segunda-feira, 3 de maio de 2010

a beleza desencarnada de um Calder


8 comentários:

Gabriela disse...

Liiiiiiiiindo, Beá!
Dia 13 me avô faz 89 anos.
Já não equilibra mais seus objetos, por falta de equilíbrio nas próprias mãos, mas para mim continua sendo o mesmo equilibrista de sempre, móvel, móbile.
Beijos exauridos e emocionados do lado de cá,
Gabi

Beá Meira disse...

Gabi,
Passei o dia lendo o livro Calder no Brasil. A certa altura fui até a sala, aquele sol de outono fazendo o fundo amarelo e o móbile dançando inquieto.
Obrigada e aguente firme esta última semana.

ana k. disse...

beá,
que lindo!
calder é um dos meus preferidos!
um beijo!

Beá Meira disse...

Ana,
O avô da Gabriela (aí em cima), fez este "Calder" que tenho na minha sala. É um objeto lindo que tem as qualidades de um legitimo.
Acho que esta imagem tem um espírito carioca, o sol e o hedonismo. Me surpreendi na segunda feira, por nunca tê-lo representado nos meus cadernos.
Beijos

Tito Peçanha Leitão disse...

nossa, que bonito.
toda a leveza e o movimento do calder... e em um desenho tão singelo.
linhas delgadas, modestas.

(lembro bem desse móbile na sua sala. um bocado hipnotizante)

Beá Meira disse...

Obrigada Tito,
Quando o Calder fez a segunda exposição (a primeira foi no Rio)aqui no Brasil, em 1948, a Lina Bo Bardi colocou uns fundos de cor vermelho e amarelo por traz de algumas peças o que ajudou a valorizar estas formas frágeis.
Experimentei a mesma fórmula. Mas neste contexto o amarelo é também a luz do sol.

angèle disse...

Este foi o primeiro da serie levezas, luz e transparências, acho eu. Nem havia comentado aqui esta lindeza! Bjs

Beá Meira disse...

Angèle,
Você tem razão, vou colocando as páginas aí sem nenhuma hierarquia. É inerente ao formato blog. Mas algumas páginas são bem melhores e merecem um caderno a parte. Aceito uma curadoria para "levezas, luz e transparência".