terça-feira, 17 de junho de 2008

A biblioteca de Borges


4 comentários:

disse...

nossa, beá, adorei a sua interpretação da biblioteca do Borges.
ele descreve e instiga tanto que eu tembém já desenhei várias vezes o espaço possível de seus corredores, prateleiras infindáveis e interligações...
é aqui que moram todos os livros possíveis, não é? em babel?

Beá Meira disse...

Sim, todos os livros possíveis. Todas as variações das 23 letras mais uma meia duzia de sinais.Todos os sentidos possíveis que não estão nas letras e nem sequer nas palvras.
Este modelo é um fragmento. De cada cubo (circulação) saem 6 salas (uma pra cima, uma pra baixo, uma norte, uma sul, uma leste e uma oeste) "falsos exaedros" forradas de livros.
A biblioteca é o universo o resto é escuro, silêncio.

disse...

a biblioteca, o universo das possibilidades da criação ou combinações.

vou reler, mas me lembro qualquer coisa com espirais, vertiginosas escadas em espiral interligando as câmaras hexagonais...

Beá Meira disse...

Bê, confesso:

Não li o conto. Vou pedir para o Guilherme separar o livro pra mim.
Mas fiquei encantada com um comentário que o professor fez na aula outro dia. E como ele desenhou muito mal a coisa na lousa, mas descreveu muito bem através das tais palavras eu tive o ímpeto de "ilustrar".