sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

anestesia


6 comentários:

Gabriela disse...

ADOREI!

E adorei também os que sobem e vão para o lado, os que deitam e se mantêm estáticos, mas com movimento.

Como vai indo?

Beijo,
Gabi

Beá Meira disse...

Gabi,
Estou lutando para não matar meu público de tédio. Apelei para os delírios da anestesia: o patologista na sala.

GiGi TrujiLLo disse...

Bea, ta tudo tão interessante, por aqui!

Mudou muito...

navegamos em brasilia como o artista Nazareno Afonso...
mas, ja to em Sampa... e to curtindo de novo
bjs mil da Gi

disse...

adorei esta anestesia...é muito anestesia!!! vai subindo, subindo até ficarmos feito ganso-bobo, adorei!

Beá Meira disse...

Gigi,
Acho que esta é a característica mais forte deste trabalho cotidiano no caderno: muda muito, muda sempre.
É assim que me sinto, cada dia eu sou uma. Acordo sempre com novos sentimentos. A variedade do mundo me atravessa sem dó.

Beá Meira disse...

Bê,
A anestesia é um estado muuito especial. Tudo se sobrepõe; não há tempo, não há espaço e nem dor.
Havia esta frase dita com tanta naturalidade: Vai ter um patologista na sala.
Eu o percebi assim, numa carteira escolar, meio juiz, meio escriba.
Ele me absolveu como você sabe.
Beijos
Beá